Amor incondicional

Olá! Olá!

Por estes dias já recomeçou a rotina escolar para muitas crianças, jovens e pais. Os desafios que muitos pais enfrentam ao educar os filhos são diferentes daqueles que eu já enfrentei ao educar os meus filhos, ou que os meus pais tiveram de enfrentar  ao educar-me.

O mundo é hoje um lugar muito mais perigoso, até na própria casa, rodeados pela família, os jovens não estão seguros.

Existem muitos perigos na internet como a exposição fácil a conteúdos impróprios, a possibilidade de estabelecerem contactos com pessoas mal-intencionadas, a eventualidade de serem assediados comercialmente para fazerem compras não autorizadas pelos pais.

Como pais, não sabemos tudo, não somos perfeitos, não tomamos sempre as decisões mais acertadas, mas não há maior dádiva que possamos conceber aos nossos filhos, do que o nosso amor e apoio incondicional.

As crianças aprendem muito cedo que o mundo exterior não as ama incondicionalmente.

Muitos de nós faz essa descoberta no dia em que entra na escola pela primeira vez, sozinho com a mochila às costas e o medo no coração.

Por isso, esse amor incondicional, é um refúgio seguro onde podemos retirar lições de força para o resto da nossa vida.

Em conjunto com os livros e a mochila, demonstre aos seus filhos todos os dias que os ama incondicionalmente, quer o seu filho frequente o ensino básico, secundário ou a Universidade!

A par do afeto e do amor transmitido é necessário, também, respeitá-los, valorizar as suas conquistas e ajudá-los nas derrotas.

Transmitir-lhes valores do que é certo e do que é errado, orientá-los, dar-lhes regras e limites.

Dar consequências para os comportamentos adequados e inadequados.

Ensiná-los a resolver problemas, a relacionarem-se, a compartilharem, a respeitarem os outros.

Isto é o amor incondicional!

Desejo-lhe um dia magnifico!

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Maria José

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Filhos emprestados

Olá!

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Imagem: Pinterest

 

Hoje quero partilhar convosco um texto lindíssimo que li,  é um texto que fala sobre perdas.

Quando os nossos filhos perdem um grande amor, nós também perdemos… ficamos privados de continuar um relacionamento que aprendemos a respeitar, a apreciar e a amar.

Umas  perdas serão mais sentidas que outras, algumas permanecerão em nós para sempre.

FILHOS EMPRESTADOS

“Quando uma história de amor chega ao fim  e algumas inevitavelmente chegam, chegam ao fim também os relacionamentos que se estabeleceram por intermédio do casal. Aqueles cujo convívio foi-se estreitando, se aprofundando, na mesma medida do bem-querer entre o par. E que agora, no momento da separação, são obrigados a se romper junto com ela. Estou falando dos relacionamentos que, como pais, nos impomos por amor aos filhos: acolher aquele ou aquela a quem eles escolheram para uma vida a dois.

Quando se tem um genro ou uma nora a quem se quer bem, é como se a vida nos emprestasse um novo filho, uma possibilidade de amar o já criado, assim como é, assim como chegou, sem ter de submetê-lo a alguma disciplina ou educação. Aos poucos vão-se achegando à nossa mesa, se esparramando em nosso sofá, se integrando à nossa paisagem familiar. Quando se vê, fizeram morada em nosso coração.

Os mais espiritualizados dirão que estamos aqui de passagem e que vivemos permanentemente desses “empréstimos”. O que, em outras palavras, quer dizer que Heráclito estava certíssimo: Panta Rei. Tudo muda. Tudo flui. Sabemos disso, sabemos que afectos vêm e vão, e que todo “olá” é o começo de um novo “adeus”. E sabê-lo deveria tornar mais fáceis, ou ao menos mais aceitáveis, as despedidas. Mas no espaço entre saber aceitar cabe um universo de sentimentos e sensações.

No entanto, é preciso aceitar. Aceitar que quando um casal se desfaz, se desfaz também a convivência com os familiares e amigos que orbitavam em torno dos dois. Subitamente ficamos interditados, privados de dar continuidade a esse convívio, impedidos de colocar o prato à mesa, de ceder prazeirosamente o lugar no sofá. Somos convocados a reinventar uma já tão familiar paisagem.

Por isso, quando a história de amor que chega ao fim é a de nossos filhos, sofremos duplamente: por eles e por nós. Na casa e na vida, haverá certas ausências que serão mais sentidas do que outras, haverá ausências que passarão a habitar em nós. Afinal, este é o material de que somos feitos: afecto.

Que ao final da história, tenhamos aprendido juntamente com os filhos, os nossos e os emprestados tão somente a amar com mais fervor, com mais entrega, e com menos expectativas. Que ao final da história, reste apenas a lição do escritor que tem no sobrenome a força e a sensibilidade da palavra Mãe: “Quem tem menos medo de sofrer, tem maiores possibilidades de ser feliz.”

Cris Zanferrari

 

Identifiquei-me com este  texto, talvez por ser mãe de dois jovens adultos, que começam a viver as suas grandes  histórias de amor.

Uma agradável terça-feira para si.

Maria José

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8 atitudes para uma mente jovem

Olá!

Quando ainda somos  jovens, envelhecer parece ser o que acontece apenas às pessoas de idade.

Felizmente acontece-nos a todos e não temos outra solução a não ser aceitar esse facto e continuar a seguir em frente e ser feliz.
Façamos o que fizermos e sejamos o que formos, o facto é que todos vamos envelhecer.

Mas manter uma mente jovem é um estado de espírito e uma atitude perante a vida.

Adopte as seguintes atitudes, para manter uma mente jovem:

•Não receie experimentar coisas novas, dê preferência à variedade;
•Não escolha sempre a opção mais segura;
•Mantenha-se a par das novidades;
•Experimente novos sabores, novos estilos;
•Mantenha a curiosidade intelectual e um espírito receptivo;
•Não se torne pessimista ou não comece a reprovar um número cada vez maior de coisas;
•Não se acomode ao que sempre teve ou fez;
•Continue a ter uma visão nova do mundo, permaneça interessada, estimulada, motivada.

Não se preocupe muito com o envelhecimento, ele surgirá de qualquer forma.

Sinta-se bem com a idade que tem.

Maria José

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Imagem: Pinterest

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