O Chapéu Carmesim

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Vivemos numa sociedade obstinada com a juventude, a beleza, os atributos físicos e passamos muito  tempo a olhar para o espelho e para as nossas pequenas imperfeições.
Esta insistência em atingirmos o objectivo da perfeição física, que a nossa sociedade estabeleceu, pode levar a sentimentos negativos relativamente a nós próprios e a não nos sentirmos bem como somos.
O não nos sentirmos bem como somos, leva à diminuição  da nossa auto-estima e a privar-nos de ser felizes.

Da próxima vez que se olhar ao espelho, tente concentrar-se no que tem de bom, belo, saudável ou único.
Olhe para o espelho e aprecie, desfrute e esteja grata pelo que tem de bom, hoje.

Maria José

“O Chapéu Carmesim”

3 Anos: Olha para si mesma e   sente-se uma Rainha:
8 Anos: Olha para si e vê-se como a bela Adormecida:
15 Anos: Olha para si e vê-se gorda, borbulhenta e feia.
(«Mãe, não posso ir para a escola assim.»)
20 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo demasiado liso ou demasiado encaracolado, mas decide ir mesmo assim.
30 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo encaracolado, mas não tem tempo para fazer mais nada e por isso vai conforme está.
40 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo demasiado liso ou demasiado encaracolado, mas diz «Pelo menos estou limpa» e vai.
50 Anos: Olha para si, diz «Eu sou» e vai onde quer ir.
60 Anos: Olha para si e pensa nas pessoas que nem sequer conseguem olhar-se ao espelho.
Sai e conquista o mundo.
70 Anos: Olha para si e vê sabedoria, boa disposição e talento. Sai e diverte-se.
80 Anos: Nem sequer olha para si. Põe um chapéu carmesim e sai para se divertir no mundo.
Talvez devêssemos pôr o chapéu carmesim mais cedo na vida.

Mallika Chopra

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